A História Não Revelada da Rede Globo

Beyond Citizen Kane (no Brasil, Muito Além do Cidadão Kane) é um documentário da rede de tevê britânica BBC, dirigido por Simon Hartog e produzido em 1993 para o Canal 4 do Reino Unido. A obra detalha a posição dominante da Rede Globo na sociedade brasileira, debatendo a influência do grupo, seu poder e suas relações políticas.

O então dono da Globo, Roberto Marinho (falecido em 2003), foi o principal citado no documentário, sendo comparado a Charles Foster Kane, personagem criado, em 1941, por Orson Welles para o longa “Cidadão Kane”, um drama de ficção baseado na trajetória de William Randolph Hearst, magnata da comunicação nos Estados Unidos. Segundo a produção, a Rede Globo emprega a mesma manipulação grosseira de notícias para influenciar a opinião pública como fazia Kane no filme.

A primeira exibição pública do filme no Brasil ocorreria no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM-RJ), em março de 1994. Um dia antes da estreia, a Polícia Militar recebeu uma ordem judicial para apreender cartazes e a cópia da película, ameaçando, em caso de desobediência, multar a administração do MAM-RJ. O titular da Secretaria de Cultura do Rio na época acabou sendo despedido três dias depois.

Durante os anos 90, o filme foi mostrado ilegalmente em universidades e eventos sem anúncio público de partidos políticos. Em 1995, a Globo entrou com um pedido na Justiça para tentar apreender as cópias disponíveis nos arquivos da Universidade de São Paulo (USP), mas o pedido foi negado. O documentário só se tornou amplamente visto a partir do ano 2000, graças à popularização da internet.Beyond Citizen Kane (no Brasil, Muito Além do Cidadão Kane) é um documentário da rede de tevê britânica BBC, dirigido por Simon Hartog e produzido em 1993 para o Canal 4 do Reino Unido. A obra detalha a posição dominante da Rede Globo na sociedade brasileira, debatendo a influência do grupo, seu poder e suas relações políticas.

O então dono da Globo, Roberto Marinho (falecido em 2003), foi o principal citado no documentário, sendo comparado a Charles Foster Kane, personagem criado, em 1941, por Orson Welles para o longa “Cidadão Kane”, um drama de ficção baseado na trajetória de William Randolph Hearst, magnata da comunicação nos Estados Unidos. Segundo a produção, a Rede Globo emprega a mesma manipulação grosseira de notícias para influenciar a opinião pública como fazia Kane no filme.

A primeira exibição pública do filme no Brasil ocorreria no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM-RJ), em março de 1994. Um dia antes da estreia, a Polícia Militar recebeu uma ordem judicial para apreender cartazes e a cópia da película, ameaçando, em caso de desobediência, multar a administração do MAM-RJ. O titular da Secretaria de Cultura do Rio na época acabou sendo despedido três dias depois.

Durante os anos 90, o filme foi mostrado ilegalmente em universidades e eventos sem anúncio público de partidos políticos. Em 1995, a Globo entrou com um pedido na Justiça para tentar apreender as cópias disponíveis nos arquivos da Universidade de São Paulo (USP), mas o pedido foi negado. O documentário só se tornou amplamente visto a partir do ano 2000, graças à popularização da internet.

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